[SÉRIE COMPLETA] DEAD RISING

    shavasko
    shavasko

    Mensagens : 1297
    Data de inscrição : 30/06/2014
    Idade : 34
    Localização : Ilha Solteira SP

    [SÉRIE COMPLETA] DEAD RISING Empty [SÉRIE COMPLETA] DEAD RISING

    Mensagem por shavasko em Ter 05 Ago 2014, 12:33

    Vou analisar a série DEAD RISING, mais especificamente DR1,2,2OFF the record, 2 Case Zero, 2 Case West, Dead Rising 3, Dead Rsiing 3 Estórias não contadas de Los Perdidos (4 DLCs) e a DLC SUPER ULTRA DR3 ARCADE REMIX HYPER EDITION EX PLUS ALFA

    Dead Rising  estreou em 8 de agosto 2006, e seu último lançamento, Dead Rising 3 foi lançado em 22 nov 2013 junto com o lançamento do Xbox one, com sua última DLC lançado em 9 junho 2014

    A série predominou nos consoles da Microsoft (X360 e Xone), deu as caras no PS3/PC em DR2 e DR2 Off the record, tb no Wii em DR1 chop till you drop que foi uma versão genérica com controles similares a ResidentEvil4 e bem menos conteúdo em geral (missões, sobreviventes, tamanho do shopping, quantidade de zumbis na tela, etc), e numa versão ainda mais genérica e estupida para smartphone.

    A franquia DEAD RISING não se compromete muito em personagens, narrativa e enredo, nem mesmo acabamento [pq nem gráficos ou trilha sonora chamam atenção, somente número de zumbis na tela], pra ser sincero, diria que GAMERS MAIS TRADICIONAIS (que não ligam muito pra gráficos e enredo e prezam pelo desafio e interação) com certeza iriam admirar o desapego por futilidades mainstream que DR tem.

    De fato, todos os jogos da franquia principal de DEAD RISING apostam suas fichas em sua proposta inovadora e suas regras [o que chamo de “reinvenção” ou modernização do que alguns chamam de survivor horror]. Sendo assim se cria um jogo onde sua base gira em torno de MUNDO ABERTO x TEMPO, onde o drama é você em um lugar repleto de zumbis, alguns sobreviventes, psicopatas e obter sucesso nas suas decisões [seja de cumprir metas obrigatórias das missões ou metas secundarias]...

    Os principais jogos ocorrem na sequencia de eventos (5 e 10 anos após, respectivamente do 1 pro 2 e do 2 pro 3), e são eles:

    Dead Rising – com Frank West, um jornalista em busca de uma reportagem bombástica que foi investigar uma cidade em quarentena

    Dead Rising 2 – Chuck Greene, um pai de uma filha infectada que precisa de zombrex (remédio pro tratamento da epidemia) 

    Dead Rising 2 - Off the Record, que é exatamente o mesmo jogo DR2 vendido em mídia separada [não é expansão, é outro jogo] só que com o protagonista do DR1. Com alguns conteúdos extras

    Além disso, possui DR2 CASE ZERO e CASE WEST, sendo ambos jogos ultra-curtos disponibilizados via download [exclusivo pra X360], como se fosse jogo XBLA e não DLC, ou seja, vc pode adquiri-los sem precisar ter DR2. Ambos são respectivamente um prólogo e epilogo do DR2 [supondo que DR2 OFF THE RECORD não existe/ocorreu]  

    Dead Rising 3 – Nick Ramos, que é um mecânico que quer fugir da bagaça, esse aí é o único que conta com 5  DLCs de conteúdo e não de roupinha e baboseira como os anteriores


    Vamos na sequencia

    Dead Rising, O PRIMEIRO

    Logo na estreia já foi o menos amigável possível por ser absurdamente difícil (seja pelos controles, IA teimosa/estupida e fragilidade dos sobreviventes, sua fragilidade tb e boss/psicopatas muito difíceis)

    O jogo instaurou e manteve até hoje o seu conceito => mundo aberto + zumbis + corrida contra o tempo, que aliás é a peça chave do gameplay, diferente de outros jogos de mundo aberto, aqui os eventos tem HORA MARCADA e PRAZO, e isso ocorre tanto em eventos opcionais quanto eventos principais, se você falha isso influencia diretamente no final e nos acontecimentos.

    O jogo se passa inteiro dentro de um shopping, e o desenrolar do seu enredo, que parece meio boboca e trivial, acaba empolgando porque sua linha de acontecimentos cria alterações com relação a acessos do mapa, inimigos, objetivos novos e eventos surpreendentes ou bizarros! E o jogo fica constantemente criando interesse no jogador, porque mesmo repleto de defeitos, ele é um jogo intrigante e envolvente... e pra isso, basta você querer jogar sem frescura!

    Entre os problemas, temos o gravíssimo que é a inteligência artificial absurdamente teimosa dos sobreviventes que você tem que levar pro único lugar seguro do game, mas nada que um pouco de estratégia, planejamento e preparo não resolva, basta já estar bem avançado no ELOLUÇÃO DE LEVEL e se adiantar, abrindo caminho, se equipar com itens e armas e equipar os sobreviventes tb andando em bandos pra limpar o caminho crítico e DECORAR os pontos do mapa, no final acaba sendo muito gratificante realizar isso, andando de banheiro em banheiro até a chegada e assim conseguindo salvar o bando, tudo de uma vez, o que é muito gratificante

    Outro problema grave são os loadings irritantes, muito frequente e demorado, ocorre entre as estreitas divisões do mapa e tb entre as cutscenes... isso se torna um pé no saco pra quem já tá recomeçando o jogo com os recursos acumulados pela 3ª vez em diante.

    Outro problema também é a interação com o protagonista, que é meio travado e lerdo no começo, e ainda é péssimo na hora de usar armas de fogo... Chega um ponto em que você aprende a dar dashs, e nesse jogo ele é acionado com um duplo toque analógico esquerdo, e por diversas vezes de uma maneira estranha vc vai ver seu protagonista dar dashs que vc  não queria só de mover bruscamente a direção de andar.

    Entre os recursos do jogo, temos a possibilidade de usar equipar objetos do cenário como arma (e são muitas as opções), coletar alimento pra recuperar vida, coletar livros/revistas pra aumentar suas propriedades como habilidades, dano e duração das armas, entre outros; e isso tudo é muito bem balanceado com a questão de administrar seus inventário, certamente um recurso muito bem inspirado de RESIDENT EVIL, também aqui é fundamental no gameplay

    Além disso, você pode fotografar coisas do jogo pela finalidade de obter uma merreca de EXP pra subir de nível ou pra fazer achievements, q vc vai ter q estar bem focado nisso pra lembrar, já que boss fights costumam ser tão tensos que você nem vai se lembrar de sacar a câmera, focar e tirar foto...

    Durante boa parte do jogo você vai se ver em condição de impotência, vai fazer você pensar que chamou de “jogo de sobrevivência” jogos que não são 5% do tormento que é sobreviver em DR1, e quando você achar que está preparado, vai se deparar com boss battles desumanas... e por mais que o humor negro e o jeitão descolado de DEAD RISING te afaste do pensamento de que “isso não é sério o bastante pra ser chamado de SURVIVOR HORROR”, vc não recordará de ter jogado algo do gênero tão difícil de sobreviver como é nesse jogo.

    Além da campanha principal, existe um final que te abre mais uma continuidade de sua jornada ainda contendo EVENTOS mais empolgantes desta vez te levando pra um final verdadeiro.

    E depois disso tudo, eis que abre um dos melhores CONTEÚDOS EXTRAs DE TODOS OS TEMPOS, aliás, modo EXTRA costuma ser a especialidade dos jogos da CAPCOM, e DEAD RISING capricha nisso até demais pois oferece o MODO INFINITY que nada mais é que:

    O mapa original, mas com o único objetivo de sobreviver mais tempo [só com a finalidade de registrar recorde], e a regra é, saca só... a regra é: SUA VIDA DEGENERA com o tempo, os itens de cura espalhados pelo shopping vão estar mais escassos e SEM RESPAWN (ou seja, sem ressurgimento, se você coletou, ACABOU], virando assim um jogo de administração de inventário (onde vc coleta, guarda, consome enquanto ganha tempo, volta lá coleta o restante... e por aí vai), o shopping encontra-se com certa escuridão, os zumbis são mais agressivos e numerosos, os sobreviventes agora são chefões e te hostilizam também, e NÃO TEM DIREITO A SAVE em banheiro algum. Ah... e tem conquista pra quem conseguir sobreviver 10 e 14 horas de jogo corrido.

    É simplesmente EXTREMO, pra quem curte desafio pode encarar que é um prato cheio!


    Na sequencia

    Dead Rising 2

    Muitas coisas do jogo anterior se mantem, há melhorias consideráveis com relação ao problema de loadings e IA dos sobreviventes que já não são tão frágeis como no jogo anterior; as mecânicas de interação e controles tb melhoraram muito e há algumas poucas novidades e melhorias técnicas tb.

    O jogo conserva as regras importantes do jogo anterior como os eventos com hora marcada e prazo, possibilidade de salvar somente na zona segura ou banheiros, e o resultado disso é um jogo mais amigável

    seja de um ponto de vista positivo admitir que agora DR amadureceu, fica bem claro que pra quem terminou e aproveitou DR1 até o talo, ficou uma sensação de que eliminaram todo o desafio absurdo do MODO INFINITY além da campanha principal ser bem mais fácil se comparados, e isso tudo a troco de modalidades multplayer sem cabimento como o TERROR IS REALITY que consiste em uma arena onde você fica atropelando hordas de zumbis e competindo por pontos e um outro cooperativo que DUPLICA o protagonista, sendo uma esquisitice besta que só serve pra facilitar o jogo.

    Muito se engana quem pensa que vai ter chateação pra atender a missão obrigatória de dar Zombrex pra Katey [obrigatória dependendo do final que você quer fazer], isso é equivalente a uma missão qualquer, a única diferença é q vc tem q estar presente no instante e não dentro de um prazo, o que quebra o seu ritmo só um tiquinho por 3x ao longo de toda campanha. aliás, conseguir zombrex não é nada complicado você pode encontrar escondido no mapa, ganhar realizando missões (matando psicopata ou resgatando sobreviventes) e até mesmo comprar usando o dinheiro (uma das novidades desse jogo).

    Dentre as outras novidades vc pode combinar dois objetos pra criar outras armas, pode combinar 2 alimentos em um liquidificador pra criar uma poção especial; pode explorar o mapa pois há muitos coletáveis e caminhos secretos e pode até juntar um TIGRE no seu time de sobreviventes.

    O uso de veículos que era quase inexistente no jogo anterior, agora é mais comum neste, mas todos eles dependem de algum feito ou condição, e não vai ter importância nesse jogo, assim como quase é em vão o uso do DINHEIRO neste ou uso de CAMERA FOTOGRÁFICA no jogo anteior... é... algumas coisas estão de enfeite em DR, é normal em qualquer jogo ¬¬

    O jogo possui algumas boss fights difíceis, mas nada tão sádico como foi o jogo anterior... Dá pra fazer muita muita coisa ainda numa 1ª jogada antes de querer recomeçar com tudo acumulado.

    O game conta também com vários finais, e há um final que abre um novo conteúdo na campanha com o final verdadeiro... mas infelizmente nada mais além disso.


    E já aproveitando a deixa, vou falar de DR2 Off the Record

    É o mesmíssimo jogo, mas o protagonista é o Frank West (Dead Rising1), e desta vez quem precisa de ZOMBREX é ele próprio [vc não precisa voltar a área segura como tinha que fazer com a Katey]. E o contexto é exatamente o mesmo => tira Chuck Greene e sua filha e coloca o Frank West, cortando ou modificando algumas cenas em que aparece Frank e Katey... 

    E de novidade no conteúdo temo SOMENTE MELHORIAS

    Aqui volta a ter o estupido sistema de tirar fotinhas [que mais uma vez só serve pra criar mais interesse pelos achievements a usar pra ganhar merreca de EXP]

     o modo multplayer competitivo foi retirado, existe apenas COOP

    há um novo modo chamado SANDBOX, onde vc tem o mesmo mapa com diversos mini-games com desafios específicos meio baseado em METAS (matar tantos zumbis com alguma restrição do tipo com armas de fogo, choque elétrico, etc; ou detruir balões no ar, ou fazer uma corrida)... enfim, é conjunto de desafios espalhados pelo mapa sem te impor TEMPO [vc fica livre pra fazê-los] e todos eles tem pontuação BRONZE/PRATA/OURO onde a EXP de LEVEL UP soma-se no seu modo campanha [aliás, é bem LEGAL!],

    Curioso que esse modo mais tarde serviria de base pra ser o CHALLENGES do DEAD RISING 3 (que já tá integrado na campanha e não separado no menu)

    O mais chamativo para OFF THE RECORD com certeza é uma expansão do mapa, com um cenário novo que é o parque de diversão e uma boss battle nova dentro deste parque.

    De negativo e estranhão mesmo fica só a parte em que muda um dos psicopatas do jogo que foi substituído por uma versão deprimente de CHUCK GREENE... sério, eu acho que quem jogou DR2 não ia querer ver isso.... 


    Na sequencia (ou antes) temos DR2 CASE ZERO

    Usando praticamente a mesma formula e conceitos do DR2, só que o jogo acontece dentro de uma pequena (muito pequena) cidade, que mais parece com uma pequena fração de Fortune City (cenário do DR2)... e na mesma proporção o jogo é pequeno, ele tb é curto, limitadíssimo (bem menos sobreviventes, armas pra construir, limite de evolução de level e poucas missões principais e secundárias)... não chega ser 10% do que é DR2.

    Só acho que pegou mal, porque o jogo é disponibilizado como jogo XBLA e não como DLC, e normalmente jogos XBLA possuem longevidade bem maior que DLCs, e de fato não é isso acontece, nem com CASE ZERO e nem CASE WEST


    E pra finalizar DR2, temos CASE WEST, por fim...

    É como se fosse um pós-DR2, e esse acontece inteiro dentro de um laboratório, e é tão curto e limitado quanto o CASE ZERO.

    Aqui você já nota Dead Rising já começando a modificar algumas regras dos jogos anteriores, resolve finalmente te poupar do trabalho de carregar sobreviventes de volta à zona segura, o que viria futuramente ser a decisão para DEAD RISING 3

    O jogo segue tanto no modo single player quanto multplayer coop. E segue a breve jornada de Chuck e Frank juntos, e diferente de DR2, aqui você pode jogar cooperativo controlando o outro personagem. 

    Apesar de tão fraco e decepcionante de conteúdo que são essas versões XBLA de DR2, assim como OFF THE RECORD de DR2, o legado foi fundamental para a definição e organização do terceiro título da série.


    E por último

    DEAD RISING 3 

    Então é isso, no 1º o protagonista futrica onde não deve pra uma reportagem, no 2º o protagonista se vê obrigado a ficar no meio da merda pra salvar a filha, e no 3º que já tá tudo mais fudido e lascado do que nunca, finalmente tudo o que o protagonista mais quer é justamente o que qualquer sujeito normal ia querer [FUGIR DESSA bagaça!]

    Esse jogo é o mais fácil, mas também é mais redondinho e agradável de se jogar, talvez não seja hora de se dar por falta do desafio que havia antes, porque o jogo finalmente subiu de nível e assumiu ainda mais seu teor sandbox.

    DR3 é claramente 1 gen acima, uma vez que ele te poupa absolutamente de LOADINGS, e coloca ainda mais zumbis na tela (todos com aparência diferente entre eles), e por mais que os bugs de renderização de texturas/sprites/setores ou raras quedas de framerate, não tem como imaginar um jogo desses na gen anterior, é claramente muito mais bonito e rico que jogos cross gen ao menos... não resta dúvida que aqui novamente DR usou o hardware a favor da interação muito mais que belos visuais.

    Algumas regalias foram adicionados ao gameplay, a mais importantes delas é o novo sistema de combinação de armas; Antes em DR2 vc dependia de ir até uma bancada pra fabricar os combos de armas, agora podemos combinar toda porra da tralha encontrada na tela sem precisar de uma bancada fixa no mapa, aqui vc fabrica suas armas em qualquer lugar, e com muuuuuuito mais opções e ainda com combinações de combinações, ou seja, super combo de armas... até mesmo combinar veículos é possível e isso é muito legal, e assim como o jogo anterior isso tudo é perfeitamente incentivado na exploração do jogo em que tem várias receitas espalhadas pelo mapa.

    O jogo é encantador, além de toda diversificação de missões, há grande riqueza de detalhes e aproveitamento das áreas, porém ainda que muito maior que DR2, ele tá longe de ter imensidão de GTA/Watch Dogs, mas o jogo é bom, o desing de level é bom e cheio de segredinhos e dificuldades de alcance, pois eventualmente será necessário você estacionar um veículo alto pra obter alguns alcances, ou dar volta em alguma edificação, ou entrar em algum prédio distante através de uma rampa ou caixa de lixo, não é como a maioria dos sandboxes que você explora simplesmente indo lá e pegando a tralha no chão, aqui por várias vezes vc tem que se enfiar no cenário pra alcançar uma receita de combinação de armas, ou uma estatueta (coletável), ou local com “final trágico” (que é como um coletável tb).... e até mesmo chaves de acesso são liberadas no decorrer do game na história principal ou através de exploração mesmo.

    É de fato um jogo muito bem arquitetado, embora ele não lembre muito os jogos de mundo aberto que te dão mais liberdade e opção, pois aqui as pistas são muito obstruídas e te impedem demais seguir adiante através de veículos, te obrigando a seguir o trajeto a pé no meio das centenas de zumbis.

    Os psicopatas, apesar de fáceis derrota-los, mesmo em níveis mais difíceis, são figuraassas insanas e cômicas! Vc vai ver desde uma mulher bombada e machona até um depravado que usa um lança chama de maneira obscena; todo tipo de figura estereotipada como boss dos jogos anteriores continuam nessa sequencia e ainda mais estereotipada e repulsiva, sendo alguns deles baseados nos 7 pecados capitais.

    Enfim, até mesmo no enredo que não é o foco, o game ainda tem o cuidado e capricho de amarrar a trama aos jogos anteriores.

    Talvez vc estranhe por estar ainda muito mais fácil porque agora há checkpoints, e save state de qualquer ponto, mas há o modo pesadelo pro jogo voltar a manter o teor DEAD RISING.. agora com SAVE STATE disponível somente em alguns pontos fixos da tela e inimigos mais mortais

    Mas o mais importante se mantem => MUNDO ABERTO + ZUMBIS + HORA MARCADA E PRAZO PRA CUMPRIR OS EVENTOS

    O jogo é todo redondinho, bacana, divertido... mas nem tudo são flores, pois no início de 2014 viria a onda de DLCs capcomianas..

    E são 4 DLCs para as HISTÓRIAS NÃO CONTADAS DE LOS PERDIDOS, em que você joga 4 mini-micro-campanhas com personagens diferentes com suas próprias histórias, itens colecionáveis e missões secundárias...

    O problema é que até você resolver jogar as HISTORIAS NÃO CONTADAS, vc já empapuçou da campanha principal, e nas histórias não contadas fica uma verdadeira babaquice sem criatividade alguma, além de serem super curtas e continuar com O MESMO STATUS (muito provavelmente LVL50 da campanha principal), o que reduz a zero qualquer possibilidade de desafio.

    E eu que fechei todas as 4DLCs, fiquei decepcionado... infelizmente é tão curto, fácil, desnecessário que dá raiva...

    mas a DLC que viria por último (SUPER ULTRA DR3 ARCADE REMIX HYPER EDITION EX PLUS ALFA) que ficou disponível imediatamente após a apresentação na E3 compensou a decadência do conjunto de DLCs anteriores.

    Eles reinventaram o jogo em formato de missõezinhas arcade, com outra proposta, outro segmento, ainda mais sem noção, e fazendo uma puta homenagem aos games de luta da CAPCOM.

    Aqui é como se fosse OUTRO JOGO, e não uma DLC. Eu só sei que ficou comico, ousado, divertido! É uma DLC boa, mas altamente recomendável para partidas multplayer.

    Aqui você tem um sequencia de etapas com objetivos distintos em um núcleo fechado do cenário, com algumas modificações [até mesmo o filtro de cor é próprio], seus STATUS é fixo e padrão e só muda de acordo com o personagem que você escolhe antes de entrar. No decorrer o dinheiro que você acumula serve para comprar skins dos outros personagens dos quais dão mais poderes e recursos, o que ajuda a melhorar seu desempenho nas fases pouco a pouco.

    Enfim, essa é a matéria completa e meia boca sobre DEAD RISING, espero que tenha servido um pouco para vocês entenderem como é JOGAR a saga DEAD RISING.

      Data/hora atual: Sab 24 Ago 2019, 00:28